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Visões de mundo geram realidades diferentes |
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Quando o assunto é visão de mundo, ou seja, como cada um de nós observa e define a realidade, pais e filhos podem viver a quilômetros de distância, mesmo morando juntos, não é mesmo?
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Cuidado para não virar operador de telemarketing |
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Estou lendo um livro, e me deparei com uma colocação da autora, que é muito interessante. Ela comparava os nossos pensamentos negativos a “operadores de telemarketing”, que nos procuram nos momentos mais inoportunos.
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Pais e filhos, uma jornada de crescimento |
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Uma de nossas atribuições como pais é desempenhar o papel de autoridade, pontuando aos filhos o que consideramos necessário ser realizado, como fazê-lo e quando. Temos o direito e o dever de colocar limites e de ensinar valores para a vida, especialmente quando eles são crianças
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A individualidade no meio social |
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Li esta frase em algum lugar: “Felicidade é uma atitude que tomo todo dia ao acordar”. Vale para nós adultos e para nossos filhos, que estão formando os valores com os quais seguirão dia a dia construindo a história de suas vidas. É bom que estejamos preparados para mostrar a eles que construir valores tem a ver com decidir como viver, com quem viver e para que viver.
Esta última semana a história da jovem que foi à faculdade com um vestido curto, chegou a ser expulsa e depois pôde retornar às aulas, mostrou um cenário que envolveu aspectos relacionados a direitos, deveres, respeito e desrespeito, agressividade e aceitação. A jovem participou do programa “Altas Horas” e defendeu seu direito de ir à faculdade vestida como se sente bem. Também encontrou uma platéia jovem questionadora e crítica, dizendo que não estava adequadamente vestida para um local de estudo. Assim, o assunto sobre o que vestir, e como ser tratada pelos colegas trouxe o tema respeito à tona, com todas as contradições que pode apresentar. Essa jovem defendia que ser respeitada era seu direito, independente da forma como estivesse vestida. A platéia jovem do “Altas Horas” considerou que ela própria não se deu ao respeito, por estar vestida como se fosse para uma balada, conforme disseram. Enfim, quando o assunto é respeito, há visões que podem ser divergentes. Contudo, esse episódio revela a sensível tarefa que nós adultos temos quando estamos na função paterna e materna, e precisamos ajudar nossos filhos a construírem um comportamento compatível com as regras sociais, que possa protegê-los de situações desconfortáveis, sem, no entanto, privá-los de sua individualidade. Atingir o equilíbrio entre esses dois universos nem sempre é fácil. Em nome do social é possível que os filhos tenham que evitar uma exposição mais espontânea na forma de se vestir. Afinal, no social o que se pretende é colocar normas para a convivência pública. Podemos questionar essas normas, tentar mudá-las, aprimorá-las, mas o que está em questão é o bem comum, e não o nosso bem estar pessoal, exclusivamente. Esse aprendizado fica expressivo na infância, quando nossos filhos passam a conviver em grupo, na escola. Fora de casa, eles vão aprender que sua individualidade entrará em contato com a individualidade do coleguinha, e para que ambos sejam amigos terão que encontrar um caminho de consenso e de respeito às diferenças. E assim, eles podem aprender que a cooperação mútua é o jeito mais amistoso para essa convivência social. Quando ensinamos isso em nossos lares, mais preparados eles ficam para cooperarem.
Quanto ao vestuário, que gerou os problemas com a jovem e seus colegas de faculdade, são peças que expressam algo sobre nós e geram uma leitura em cada público que nos observa. Não há neutralidade absoluta nessa comunicação visual. Portanto, na função de pais, nossa tarefa é dar o livre arbítrio aos filhos, para que façam suas escolhas, ensinando também que são responsáveis pelo bem comum no meio social.
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Pais e filhos, um diálogo de proteção e liberdade |
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Participei esta semana de um programa sobre juventude e família na TV Aparecida, no qual um juiz de Fernandópolis, no Mato Grosso, apresentava os resultados que sua cidade conseguiu após implantar o “toque de recolher” para os jovens de 14 a 18 anos, que não podem ficar nas ruas à noite, após as 23 horas. Com essa decisão, o juiz conseguiu ajudar os pais a protegerem seus filhos de situações graves que envolvem violência, drogas e acidentes no trânsito. Houve uma redução expressiva das ocorrências policiais e até adaptações à medida. Um empresário da noite lançou uma balada com horário alternativo, das 19 às 23 horas.
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A influência dos amigos na formação da personalidade |
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Esta semana a revista Super Interessante apresentou uma matéria sobre personalidade, com informações importantes sobre como nós nos tornamos quem somos.
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Nossos pontos de vista sobre "problemas" |
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O entusiasmo, a motivação são qualidades que todos nós gostaríamos de ter em abundância, para que nossas metas e sonhos fossem regados por luz permanente para nossa realização pessoal. Mas bem sabemos, que os ciclos emocionais se fazem presentes, alterando nosso estado de espírito e humor, em decorrência das situações externas vividas no dia-a-dia. Com nossos filhos essas oscilações também podem ocorrer, por mais que nosso julgamento nos leve a acreditar que a vida deles não tem problemas.
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Informações & Conhecimentos |
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No processo educativo de nossos filhos, estamos sempre preocupados em oferecer o maior número de informações das quais dispomos, para ajudá-los a crescer com recursos suficientes para atuar na vida. Os meios tecnológicos também potencializaram essas informações, que muitas vezes, geram um contato antecipado com assuntos para os quais, as crianças e os jovens não estão maduros para assimilar.
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Educar é uma lição de desapego |
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Hoje em dia, a cultura do imediatismo tem reduzido significativamente a capacidade de nossos filhos em aceitar esperar. É provável que a maioria dos pais concorde com essa afirmação, por sentir diariamente como as crianças, e também os jovens não toleram a frustração de seus desejos.
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Adoção Amorosa é Acolher por Inteiro |
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É ótimo quando a gente tem conhecimento de notícias boas como ocorre agora com a nova lei da adoção. Ela traz condições mais favoráveis às crianças e adolescentes que merecem toda atenção da sociedade, por serem vítimas de situações das quais não puderam se defender, nem exercer seus direitos de pertencer a uma família. Um primeiro desafio para a justiça é que as crianças abrigadas deverão passar por avaliações a cada seis meses e só poderão viver nos abrigos por dois anos. Ou seja, essa condição deverá agilizar as ações das instituições envolvidas nessa questão para o processo de adoção.
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