Muitas vezes eu acho que meus comentários no Boletim Integração da Jovem Pan, são idéias simples, óbvias, que podem não acrescentar algo valioso para uma reflexão diária. E, especialmente esta semana venho passando por situações que parecem verdadeiros recados de Deus para eu treinar a minha humildade.
Sendo assim, devo reconhecer, se é que vocês ainda não perceberam, que esta minha proposta de falar sobre famílias, casais e educação de filhos é um caminho a partir de minha própria autocrítica. Ou seja, que acompanha a constante revisão de atitudes que procuro fazer, com o propósito de ampliar cada vez mais os posicionamentos assertivos, capazes de impulsionar minha vida na direção da paz interior. Tive uma lição de humildade ao ler um livro sobre o otimismo, que expõe como aqueles que são muito críticos consigo próprios, acabam por ser críticos com o outro. Esta idéia que é bastante óbvia, quase sempre é imperceptível. É difícil um pai reconhecer que faz muitas críticas aos filhos, porque ele sempre acha que está educando os filhos com seus direcionamentos. Mas ocorre que nesse padrão crítico, o que as pessoas acabam construindo são verdadeiras prisões, ao invés de pontes para os relacionamentos. O amor próprio fica prejudicado e o amor pelo outro, também. Numa relação de pai para filho, mais felizes são aqueles que têm pais humildes e capazes de aceitar quem são. Esses pais podem ajudar a criança a construir uma imagem positiva de si mesma, que será base para sua autovalorização. Aliás, a proposta desse livro sobre “Otimismo”, nesse tópico, é que a gente faça um teste: de nos aceitarmos por completo durante um dia inteiro, e depois conferir os resultados. Se você se aceita por completo, parabéns. Se não, vamos juntos fazer o teste e verificar os resultados. Ouça esse artigo. Ele faz parte do Programa Integração da rádio Jovem Pan de Sorocaba: