A busca por informações é um passo importante para melhorar o entendimento dos membros da família quando há conflitos familiares. Por meio da Terapia Familiar surgem possibilidades de conversação que geram abertura para novas compreensões dos vínculos afetivos. Aqui você encontra artigos escritos pela Terapeuta Angela Martins que enfocam diversas questões do convívio em família.
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Verdades relativas ou absolutas? |
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Falar de verdades é admitir que há convicções e crenças, com as quais conduzimos nossa ação para um caminho especialmente particular.
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Fim De Férias, Hora De Mudanças |
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Este final de janeiro já é período em que as famílias se prepararam para o retorno às aulas, após as férias, momento em que as regras puderam ser quebradas, os horários ficaram mais flexíveis, a alimentação saiu da rotina e, a convivência entre pais e filhos, irmãos e primos, avós e tios, talvez tenha sido mais próxima.
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Vocês já devem ter enfrentado situações nas quais se equivocaram, pressupondo o que a outra pessoa estaria desejando ou pensando, que na verdade não combinava em nada com o que realmente ela imaginava ou queria. Em ocasiões especiais, como aniversários, quando desejamos fazer uma surpresa a alguém que amamos, é bem possível que nossa idéia de festa não combine com o que o aniversariante desejaria.
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Relações de acolhimento proporcionam auto estima |
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Participei de um encontro de profissionais da área de Terapia Familiar recentemente, e do que ouvi achei importante compartilhar com vocês um aspecto que me parece ser significativo para nortear nossas principais prioridades na relação com os filhos. Trata-se de uma definição de que os modelos relacionais formam nosso self.
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Pais e filhos tecem juntos a teia familiar |
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Talvez uma das coisas mais tocantes de se ver entre pessoas que se amam e vivem laços familiares é a impotência de comunicarem esse amor.
Às vezes, mesmo sem querer, a relação de difícil aproximação amorosa encontra base num sistema de desaprovação. Os pais desaprovam os filhos, que também desaprovam os irmãos, e em cadeia o círculo de desaprovação se forma, gerando sentimentos de inadequação, solidão e tristeza, entre outros.
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A relação entre pais e filhos é bastante regulada pela autoridade que conduz o nível de liberdade das crianças e dos jovens, indo aos poucos gerando condições para que possam se sentir mais autônomos e capazes de tomar suas próprias decisões. Nessa fase, é comum que conflitos surjam devido à necessidade dos filhos em fazerem o que querem, e a intenção dos pais em colocar limites, de forma que cumpram as regras
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Conviver é aprender sempre |
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Conviver em família pode ser uma experiência bem particular para cada pessoa. Tem gente que acha prazeroso; que aproveita o tempo de lazer sempre com os familiares; que toma decisões importantes consultando a família. E tem quem cumpra o compromisso de estar junto, embora prefira ficar afastado; ou que rompa o contato familiar por conflitos não resolvidos.
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Indignação pode ser uma ferramenta |
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Chega uma hora que a relação entre pais e filhos pede muito mais do que amor e compreensão. Pede indignação. É quando, por razões quaisquer que possam justificar os atos, os filhos ultrapassam o limite suportado pelos pais, no tocante à dependência.
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"Famílias, Famílias, Famílias" |
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Vocês já ouviram aquele carro da pamonha passando pelas ruas e gritando “Pamonhas, pamonhas, pamonhas”. O locutor anuncia toda a variedade e segue adiante seu caminho. Tenho vontade de usar esse refrão para dizer “famílias, famílias, famílias...”
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A Convivência dos Valores entre Pais e Filhos |
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Toda família passa por situações críticas que põem à prova a capacidade de união, de proteção e de resistência, de pais e filhos em lidarem com aspectos imprevisíveis. Entre eles, se apresenta a questão dos valores, com os quais moldamos nossos princípios morais, que conduzem nosso comportamento. Nem sempre, pais e filhos, conseguem compartilhar sob o mesmo olhar, tais valores.
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